5 Chás que a grávida não deve tomar

As grávidas devem beber pelo menos 2 litros de líquidos por dia, no entanto, algumas não conseguem beber água simples e optam por beber chá.

Para adora beber chá quente ou frio deve ter cuidados, alguns chás não são recomendados durante a gravidez.

Tal como existem restrições com medicamentos, também existem alguns relacionados com os chás e infusões. Se gosta desta bebida e tem dúvidas deve questionar o seu médico.

Tudo depende também da quantidade bebida e da proveniência do chá. Alguns chás podem levar a contrações, aumento do ritmo cardíaco, entre outros sintomas.

Quais os chás que a grávida deve evitar

– 1 Chá de hortelã
A Hortelã pode dificultar a produção de leite materno. Na dúvida é melhor evitar mesmo na gravidez.

– 2 Chá de canela
A canela é muito associada à possibilidade de aborto. Um consumo excessivo desse chá abortivo pode provocar constrição sanguínea e contração dos músculos do útero, provocando o risco de partos prematuros.

– 3 Chá de boldo
O chá de boldo deve ser evitado pelas grávidas. Este chá, mesmo não sendo um chá abortivo contém uma substância que pode desencadear o parto prematuro.

– 4 Chá preto
O chá preto deve ser evitado por ser um chá que contém cafeína e pode acelerar o ritmo cardíaco.

– 5 Chá verde
Proveniente da mesma planta do chá preto, também é rico em cafeína.

Chás que as grávidas podem beber
Se gosta de beber chá não se preocupe, existem alguns chás que são permitidos na gravidez. Chás que não causam desconforto nem problemas para as mulheres grávidas.

– Chás de camomila
– Chá de erva-cidreira
– Chá de capim-limão
– Chá de erva-doce

No entanto, antes de beber qualquer chá deve ler os ingredientes e aconselhar-se com o seu médico, ele melhor que ninguém pode indicar os mais apropriados para o seu caso.

Fonte do Site: gravidez.online

Comentários de “5 Chás que a grávida não deve tomar

  • Ótimo artigo! Considera-se aborto a interrupção do processo gestacional antes que a vida fora do útero seja biologicamente viável, antes do desenvolvimento completo ou ao menos viável, do nascituro, resultando, por consequência na morte deste. No Brasil, o aborto provocado é crime, com penas previstas de 1 a 3 anos de detenção para a gestante, e de 1 a 4 anos de reclusão para o médico ou qualquer outra pessoa que realize em outra pessoa o procedimento de retirada do feto.

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