Criando laços afetivos com o bebê!

O amor pelo bebê é instantâneo?

Bastou olhar para o rosto do bebê pela primeira vez para ser invadida por um incrível emoção, um amor que nunca imaginou que existisse. Já ouviu isso em algum lugar? A sensação de estrear na maternidade é muitas vezes descrita nesses termos, mas nem sempre os laços afetivos com o bebê se estabelecem tão rápido. É comum levar um tempo para que o sentimento surja e se consolide.

Antigamente, os especialistas achavam que era preciso passar o máximo de tempo possível com o recém-nascido para reforçar, nesses primeiros dias, a ligação afetiva entre os pais e o bebê, mas hoje em dia já se sabe que o amor pode ser construído com o tempo.

Isso fica bem claro em casos em que a mãe ou o pai foram obrigados a se afastar do bebê logo após o nascimento, por motivo de força maior, e nas adoções. Nesses casos, o relacionamento entre pais e filhos é igualmente sólido e amoroso.

E se eu não sentir todo aquele amor logo de cara?

Não se preocupe. A relação entre pais e filhos é bastante complexa, e pode precisar de tempo para crescer. Desde que você satisfaça as necessidades físicas do bebê e mantenha contato com ele, seu filho não vai sofrer como o aparente distanciamento emocional. O amor por um filho vai surgindo em ritmos diferentes para cada pessoa.

Por mais fofo que o bebê seja, ele é uma outra pessoa, a quem você vai precisar se acostumar. Não há como se forçar a amá-lo imediatamente. Não existe uma fórmula mágica. Os laços afetivos entre pais e filho vão surgindo a partir dos cuidados do dia-a-dia, da convivência.

Com o tempo, você vai começar a conhecer o bebê, a saber o que o tranquiliza e a gostar de passar tempo com ele. E assim sua relação e seus sentimentos vão se aprofundar. Então, um belo dia — talvez quando você vir o primeiro sorriso, você olha para seu filho e percebe que está absolutamente dominada pelo amor e pela alegria de tê-lo com você.

Quando devo me preocupar?

Se, passadas algumas semanas, você não se sentir nem um pouco mais ligada ao bebê, e não ficar mais à vontade na presença dele, comparando com o primeiro dia, ou se você sentir algum tipo de ressentimento, distanciamento ou excesso de ansiedade em relação ao seu filho, converse com o médico, mesmo que seja o pediatra. A depressão pós-parto é uma doença que existe e não é culpa de ninguém e pode afetar o estabelecimento da ligação afetiva entre mãe e bebê.

Fonte do Sitehttp://brasil.babycenter.com/a1500178/criando-la%C3%A7os-afetivos-com-o-beb%C3%AA#ixzz3Pxa91R1t

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