Teste da orelhinha


O que é?
O Teste da Orelhinha ou exame de emissões otoacústicas evocadas (código AMB 51.01.039-9), é o método mais moderno para constatar problemas auditivos nos recém-nascidos. O exame consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno através de uma delicada sonda introduzida na orelhinha do bebê. É rápido, seguro e não provoca dores.

Como é feito?
O exame é feito com o bebê dormindo, em sono natural, a partir de 48 horas de vida, preferencialmente ainda no primeiro mês. A duração é de aproximadamente 10 minutos, é indolor e não apresenta contraindicações.

Quem deve fazer?
Todos os bebês.

Por que realizar o teste?
A criança aprende a falar ouvindo! Quando o bebê escuta a voz da mãe ele aprende sobre o mundo e a se comunicar. Os bebês que nascem com problemas de audição necessitam de ajuda especializada ainda no primeiro ano de vida, minimizando assim prejuízos no desenvolvimento da linguagem e da fala.

Como é dado o resultado?
Após o final do exame, além do resultado, é passado para o responsável e para o médico que solicitou o exame, um protocolo de avaliação. No caso de suspeita de alguma anormalidade após a realização da triagem auditiva neonatal, o bebê será encaminhado para uma avaliação otológica e audiológica completa.

Com o objetivo de ajudar a prevenir a deficiência auditiva, seguem abaixo alguns fatores que levam à surdez:

Fatores de risco para a surdez :
Bebê de 0 a 28 dias:
– HISTÓRIA FAMILIAR – ter outros casos de surdez na família
– INFECÇÃO INTRA-UTERINA – provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose
– ANOMALIAS CRÂNIOS-FACIAIS – deformações que afetam a orelha e/ou o canal auditivo (ex.: duto fechado)
– PESO INFERIOR A 1.500 GR AO NASCER
– HIPERBILIRRUBINEMIA – doença que ocorre 24 horas depois do parto. O bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirubina. Ele precisa tomar banho de luz e fazer exosangüíneo transfusão
– MEDICAÇÃO OTOTÓXICAS – uso de antibióticos do tipo aminoclicosídeos que podem afetar o ouvido interno
– MENINGITE BACTERIANA – a surdez é umas das consequências possíveis quando o bebê tem este tipo de meningite
– VENTILAÇÃO MECÂNICA EM UTI NEONATAL POR MAIS DE 5 DIAS – quando o bebê teve que ficar entubado por não conseguir respirar sozinho
– OUTROS SINAIS FÍSICOS ASSOCIADOS À SÍNDROMES NEUROLÓGICAS – ex.: Síndrome de Down ou de Waldemburg

fonte:
http://www.testedaorelhinhars.com.br/
http://surdo.org.br/

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