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21/03/2024

10 erros para não cometer ao montar um quarto de bebê

Pensar na segurança e no bem-estar deve ser prioridade quando se trata do quarto de um bebê. Além de bonito e bem decorado, o espaço deve ser também funcional e não oferecer riscos à criança.

“Devemos evitar materiais que possam causar alergias, berços sem o certificado de segurança do Inmetro e uma decoração que seja somente bonita, mas que não atenda à demanda e às necessidades do bebê e de quem cuidará dele”, fala a arquiteta Carol Claro, do escritório Paleta Arquitetura Infantil

Para tornar o espaço mais seguro, ela indica adquirir produtos de marcas já consagradas, que possuem a preocupação com a qualidade. “Pensar sempre que, no quarto de bebê, a regra, antes da estética, é a segurança. Ele pede um ambiente acolhedor e que pode – e deve – ser bonito, mas com opções e escolhas que evitem possíveis acidentes”, aponta.

Veja abaixo dez erros que devem ser evitados no quarto do bebê.

Decoração perigosa

Quem não está acostumado com bebê em casa pode ficar perdido na hora de montar o espaço. É preciso pensar na disposição dos móveis e adornos de maneira funcional, prática e segura. “Na parte da decoração, evito colocar estantes ou itens pesados sobre a cabeceira do berço para evitar acidentes. Plantas naturais são lindas, mas algumas não são adequadas para o ambiente por serem venenosas”, destaca Carol.

 

Enxoval inadequado

Esse é um item que merece extremo cuidado e atenção. Os famosos “kit berço” não devem ser usados antes dos seis meses, pois podem sufocar o bebê. “Mantas e cobertores em excesso não são itens de primeira necessidade, e são até perigosos. O travesseiro só pode ser usado depois de alguns meses e deve ser com espuma contra o sufocamento”, alerta a profissional da Paleta Arquitetura Infantil.

 

Estourar o orçamento

Há uma infinidade de marcas, acessórios, móveis e objetos decorativos para bebês. Se sentir perdido entre tantas opções é normal, mas o ideal é sempre manter o foco no que realmente é importante e imprescindível para a sua família e também pesquisar opções que se adéquem à sua realidade e ao seu bolso.

“Substituir o papel de parede por adesivos com formato de bolinhas e bichinhos, por exemplo, é uma opção muito interessante para agregar efeitos coloridos e temáticos por um valor acessível”, indica a arquiteta Monike Lafuente, do Studio Tan-gram.

 

Iluminação centralizada

Para tornar o espaço do bebê aconchegante, o ideal é evitar a luz branca, que geralmente é mais fria, e optar por uma neutra ou amarela. “É sempre bom trabalhar com várias possibilidades no quarto: ter uma iluminação forte e outras mais fracas, como luminárias de piso, de mesa e arandelas. É interessante, ainda, ter uma luz de apoio, tipo abajur, que despertará menos a criança durante a noite, não prejudicando a sua produção de melatonina”, recomenda Carol.

 

Itens que podem causar alergias

Usar tecidos e materiais que acumulam poeira e não podem ser lavados facilmente é um erro que pode causar alergias no bebê, tanto respiratórias quanto na pele sensível. Opte sempre por tecidos naturais, como o algodão, e itens práticos, como almofadas com capas removíveis para lavagem, tapetes de fácil manutenção e cortinas mais leves ou persianas.

 

Layout perigoso

Móveis com quinas salientes, passagens estreitas, objetos “soltos”, que podem cair sobre o bebê, tudo isso deve ser evitado para a segurança e o bem-estar da criança. “Evite colocar o trocador próximo à janela e se não houver outra opção, que elas tenham tela de proteção”, sugere Carol.

 

Móveis que não duram

Investir em móveis que acompanham o crescimento do bebê é sempre uma boa pedida. Opções mais versáteis, em tons neutros e multifuncionais, podem se adequar às mudanças no décor mais facilmente.

“Não há necessidade de demarcar tanto que é um uso infantil. Uma estética mais atemporal permite aproveitar os móveis por um período maior. A cômoda, que organizava as fraldas e era o apoio para o trocador, pode guardar, posteriormente, as roupas da criança”, diz Monike. “Gosto sempre de pensar no layout do quarto substituindo o berço pela cama. Isso já prolonga a decoração e o projeto para mais anos, além da fase bebê”, fala Carol.

 

Pouco aconchego

Um quarto de bebê deve funcionar como um “ninho”, por isso, vale optar por texturas e materiais que trazem essa sensação de aconchego. Almofadas, tapete, peças de madeira e cortinas cooperam para garantir acolhimento e tranquilidade ao ambiente.

Não pensar na decoração geral

Itens funcionais também podem ajudar a compor a decoração do espaço. “Objetos de apoio ao trocador, como bandeja com pote de álcool, hastes flexíveis e porta-fralda, são itens da decoração com uma ampla variação de preços e estilos, que devem ser pensados juntos com o contexto do quarto”, diz a arquiteta Claudia Yamada, também do Studio Tan-gram.

Porta-livros, baús de brinquedos, espelhos e lousa de desenho, de preferência em uma altura acessível para quando o bebê começar a andar, também são funcionais e compõem a décor.

Papel de parede de má qualidade

Atualmente, existe uma infinidade de marcas e modelos de papéis de parede para quartos de bebê. Práticos, eles decoram e trazem charme aos ambientes sem muito esforço. Monike e Claudia advertem sobre os cuidados para evitar que o material fique manchado. “O papel de parede pode sujar com resíduos do bebê, então é importante usar adesivos de parede ou um papel mais resistente do que os convencionais ”, aconselham as profissionais.

Fonte: Revista Casa e Jardim